Parece um pouco difícil de acreditar, mas pode fazer frio em Fortaleza, se, de manhã depois do banho, não tiveres uma gata na cama pra te esquentar...
brrr, que frio!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Não és a primeira.
Por favor, meu Deus, que seja a última.
Não aguento mais fazer mal a fialheia.
"...ficare[i] acordado,
imaginando alguma solução
pra que esse [meu] egoísmo
não destrua [o seu] coração..."
De repente a música inteira faz sentido.
É difícil ouvir minha amiga contando a nossa história da vida dela, só que agora do teu ponto de vista.
Como dar conselhos quando é você (no caso, eu) que tá do lado errado?
Não dá pra ser teu amigo e não te agarrar.
Não dá pra ficar longe e a saudade não matar.
Não sei como viver, só queria que fosses feliz.
Por favor, meu Deus, que seja a última.
Não aguento mais fazer mal a fialheia.
"...ficare[i] acordado,
imaginando alguma solução
pra que esse [meu] egoísmo
não destrua [o seu] coração..."
De repente a música inteira faz sentido.
É difícil ouvir minha amiga contando a nossa história da vida dela, só que agora do teu ponto de vista.
Como dar conselhos quando é você (no caso, eu) que tá do lado errado?
Não dá pra ser teu amigo e não te agarrar.
Não dá pra ficar longe e a saudade não matar.
Não sei como viver, só queria que fosses feliz.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
É preciso mudar... mudar para o que?
No filme "Tropa de Elite 2", o personagem Fraga compara o crescimento da população brasileira com o crescimento da população carcerária brasileira, projetando que, se o crescimento se mantivesse constante, a população carcerária atingiria 510 milhões no ano 2081, ultrapassando o tamanho da própria população brasileira.
Na interpretação do personagem, esses dados mostram um problema com o sistema carcerário. Vamos prender todo mundo? Como é possível todo mundo estar errado? É um absurdo tirar a liberdade de toda a população!
É, talvez nossas leis não estejam de acordo com a nossa vontade, e por isso, tanta gente age fora da lei. Eu mesmo sou culpado disso. Mas, talvez, não exclusivamente, esses dados mostrem o real crescimento da criminalidade na população. Talvez esses dados mostrem o "jeitinho brasileiro", a vontade de se dar de bem.
Sempre ouço que a crimilinadade é fruto da falta de educação e condições de vida. É mesmo? Não é isso que eu vejo! O que vejo são pessoas de todas as classes sociais cometendo pequenos delitos, ou grandes, se houver uma chance razoável de que ninguém descubra. Pelo contrário, quanto mais educação, quanto mais condições, mais elaborado pode ser o golpe.
A patricinha, filha do dono de um grande supermercado, vê um casaco "dando sopa na balada". Leva pra casa e não se fala mais nisso, é divertido. A colega da minha amiga, trabalhava na imobiliária que não tinha um sistema de controle financeiro. Em poucos meses comprou um carro e sumiu. A secretária de outra amiga mandava o namorado ir buscar os cheques dos pagamentos que ela controlava. Quem nunca roubou do supermercado? E o que falar de políticos?
Não, não falta educação, não falta condições de vida. Pelo menos não é isso que tá causando o crime. Se falta algo, é vergonha na cara.
No Egito, milhares de pessoas protestam contra o governo e pedem a saída de seu presidente. A polícia não tem a menor chance contra a multidão. Enquanto isso, o Brasil não sabe mais o que é protesto. Ao invés disso, elegem palhaços e assistem inertes seus parlamentares aumentarem indefinidamente seus salários.
Eu sei, ninguém quer se machucar. Eu não quero. Mas a verdade é que ninguém acredita que vai fazer diferença. Ninguém acredita que é possível mudar. Minha então namorada dizia que o mundo sempre foi assim, não é possível mudar. Eu não queria acreditar.
O "Ratatouille" lembra bem que a natureza É a mudança. Eu que sempre tive convicção, agora espero que isso seja verdade. Estou cansado, vou me render à opinião deles. Hoje não é domingo, eu tenho 25. Não acho que vai chover. Não acho que vai mudar. Mudar pra que? Tirar esse e colocar quem? Outro brasileiro que, em 2081, vai estar preso?
Na interpretação do personagem, esses dados mostram um problema com o sistema carcerário. Vamos prender todo mundo? Como é possível todo mundo estar errado? É um absurdo tirar a liberdade de toda a população!
É, talvez nossas leis não estejam de acordo com a nossa vontade, e por isso, tanta gente age fora da lei. Eu mesmo sou culpado disso. Mas, talvez, não exclusivamente, esses dados mostrem o real crescimento da criminalidade na população. Talvez esses dados mostrem o "jeitinho brasileiro", a vontade de se dar de bem.
Sempre ouço que a crimilinadade é fruto da falta de educação e condições de vida. É mesmo? Não é isso que eu vejo! O que vejo são pessoas de todas as classes sociais cometendo pequenos delitos, ou grandes, se houver uma chance razoável de que ninguém descubra. Pelo contrário, quanto mais educação, quanto mais condições, mais elaborado pode ser o golpe.
A patricinha, filha do dono de um grande supermercado, vê um casaco "dando sopa na balada". Leva pra casa e não se fala mais nisso, é divertido. A colega da minha amiga, trabalhava na imobiliária que não tinha um sistema de controle financeiro. Em poucos meses comprou um carro e sumiu. A secretária de outra amiga mandava o namorado ir buscar os cheques dos pagamentos que ela controlava. Quem nunca roubou do supermercado? E o que falar de políticos?
Não, não falta educação, não falta condições de vida. Pelo menos não é isso que tá causando o crime. Se falta algo, é vergonha na cara.
No Egito, milhares de pessoas protestam contra o governo e pedem a saída de seu presidente. A polícia não tem a menor chance contra a multidão. Enquanto isso, o Brasil não sabe mais o que é protesto. Ao invés disso, elegem palhaços e assistem inertes seus parlamentares aumentarem indefinidamente seus salários.
Eu sei, ninguém quer se machucar. Eu não quero. Mas a verdade é que ninguém acredita que vai fazer diferença. Ninguém acredita que é possível mudar. Minha então namorada dizia que o mundo sempre foi assim, não é possível mudar. Eu não queria acreditar.
O "Ratatouille" lembra bem que a natureza É a mudança. Eu que sempre tive convicção, agora espero que isso seja verdade. Estou cansado, vou me render à opinião deles. Hoje não é domingo, eu tenho 25. Não acho que vai chover. Não acho que vai mudar. Mudar pra que? Tirar esse e colocar quem? Outro brasileiro que, em 2081, vai estar preso?
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Perguntas sobre Deus são perguntas a respeito do que acontece depois da morte. Ninguém sabe, nem nunca saberá o que acontece depois da morte. Se souber, não conseguirá provar. Como dizem: só a fé é capaz de provar a existência de Deus, isto é, a promessa de vida após a morte. Quer dizer a promessa de vida para os que se comportarem.
A existência de Deus ou não, uma presença onipresente que controla tudo o que está acontecendo agora, não nos aflige no presente. Não, porque, da mesma forma que não vemos milagres, também não somos castigados subitamente por nossos pecados. O problema é se Deus existir e eu for castigado depois.
Se eu acho que Deus existe? O mundo é físico, isto é, físico-quântico. As leis da física não governam o universo, elas tentam descrever o que governa. Eu não sei o que governa, mas sei que essa coisa (por falta de um nome, vamos chamar de energia) que eles tão tentando descrever está em todo lugar. Além disso, ela é justa: age sempre da forma como disse que ia agir. Essa energia consegue ouvir minhas preces, sentir minhas emoções. Ela está dentro de mim, eu sendo apenas uma pequena parte a compô-la. Ela atenderá minhas preces, agindo com justiça, com fidelidade, da mesma forma de sempre: ação-reação. Por falta de um nome, chamamos energia, mas tem gente falando sobre algo bem parecido, mas eles tão chamando de Deus, ou Alá, ou Shakti, ou ... A diferença é que esses outros fazem milagres.
O milagre que estamos esperando somos nós: é um milagre estar vivo e por isso agradeço a Deus. Mas, Sua existência não me aflige no presente. Conseguimos ver o resultado de nossas ações no presente. O problema é o que vai acontecer depois da morte. O problema é se o que estamos fazendo hoje, vai trazer ou não consequências para depois da morte. Questionamentos a respeito de Deus são questionamentos a respeito do que podemos ou devemos fazer agora. Nosso cérebro evoluído nos permite imaginar muitas formas de viver. Queremos uma orientação. Para onde deveremos ir? O que devemos buscar? E, principalmente, o que podemos fazer?
Nunca ouvi Deus me dizendo que não posso fazer algo, pelo contrário, tenho o livre-arbítrio. Quem tá dizendo que o não posso fazer é a Igreja. Cada Igreja com seu Deus, cada uma com suas restrições. Se não fizeres o que a Igreja está mandando, irás para o inferno. Como eles te provam que vais para o inferno se não fizeres o que estão mandando? Pela fé! Tenha fé que o que estão dizendo é verdade. Tenha fé e obedeça. Quer dizer, a ameaça só existe se você acreditar. Como assim? Que tipo de proposta é essa?
Meu pai explica que a salvação que Jesus veio nos trazer não é da morte, e sim do medo da morte. Se já achamos aterrorizante a idéia de não viver, eles ainda querem nos fazer acreditar que existe um inferno. Jesus veio nos tirar o medo de ir pro inferno, nos dando o livre-arbítrio. Estamos livres para fazermos o que quisermos, até acreditar na Igreja e ter a liberdade podada.
Não sei o que vai acontecer depois da morte. Não penso nisso, não vou conseguir descobrir mesmo. A fé na existência de um céu é confortante. Mesmo assim, tenho certeza que todas as minhas ações influenciam na hora e forma como vou morrer, elas vão me levar até lá, um momento por vez. Quando morrer, só sei que não terei mais ações para influenciar. Ainda tenho medo da morte. Definitivamente, não tenho medo do inferno.
Diferentes deuses permitem e sugerem diferentes atividades. Me dizes quem é teu Deus e te direi o que podes fazer. Mas quem é que tá te dizendo o que podes ou não fazer? O que Deus me diz é o que o mundo me diz, é o que eu observo do mundo físico-quântico. Até hoje, Deus nunca me impediu de fazer nada. Pelo contrário, enquanto não tivesse tentando me revoltar contra Deus, contra a própria física, sempre fiz o que quis. E Deus sempre me ajudou. Com justiça, da mesma forma: ação-reação.
“A verdade vos libertará” (João, 8:32). O meu Deus me liberta.
A existência de Deus ou não, uma presença onipresente que controla tudo o que está acontecendo agora, não nos aflige no presente. Não, porque, da mesma forma que não vemos milagres, também não somos castigados subitamente por nossos pecados. O problema é se Deus existir e eu for castigado depois.
Se eu acho que Deus existe? O mundo é físico, isto é, físico-quântico. As leis da física não governam o universo, elas tentam descrever o que governa. Eu não sei o que governa, mas sei que essa coisa (por falta de um nome, vamos chamar de energia) que eles tão tentando descrever está em todo lugar. Além disso, ela é justa: age sempre da forma como disse que ia agir. Essa energia consegue ouvir minhas preces, sentir minhas emoções. Ela está dentro de mim, eu sendo apenas uma pequena parte a compô-la. Ela atenderá minhas preces, agindo com justiça, com fidelidade, da mesma forma de sempre: ação-reação. Por falta de um nome, chamamos energia, mas tem gente falando sobre algo bem parecido, mas eles tão chamando de Deus, ou Alá, ou Shakti, ou ... A diferença é que esses outros fazem milagres.
O milagre que estamos esperando somos nós: é um milagre estar vivo e por isso agradeço a Deus. Mas, Sua existência não me aflige no presente. Conseguimos ver o resultado de nossas ações no presente. O problema é o que vai acontecer depois da morte. O problema é se o que estamos fazendo hoje, vai trazer ou não consequências para depois da morte. Questionamentos a respeito de Deus são questionamentos a respeito do que podemos ou devemos fazer agora. Nosso cérebro evoluído nos permite imaginar muitas formas de viver. Queremos uma orientação. Para onde deveremos ir? O que devemos buscar? E, principalmente, o que podemos fazer?
Nunca ouvi Deus me dizendo que não posso fazer algo, pelo contrário, tenho o livre-arbítrio. Quem tá dizendo que o não posso fazer é a Igreja. Cada Igreja com seu Deus, cada uma com suas restrições. Se não fizeres o que a Igreja está mandando, irás para o inferno. Como eles te provam que vais para o inferno se não fizeres o que estão mandando? Pela fé! Tenha fé que o que estão dizendo é verdade. Tenha fé e obedeça. Quer dizer, a ameaça só existe se você acreditar. Como assim? Que tipo de proposta é essa?
Meu pai explica que a salvação que Jesus veio nos trazer não é da morte, e sim do medo da morte. Se já achamos aterrorizante a idéia de não viver, eles ainda querem nos fazer acreditar que existe um inferno. Jesus veio nos tirar o medo de ir pro inferno, nos dando o livre-arbítrio. Estamos livres para fazermos o que quisermos, até acreditar na Igreja e ter a liberdade podada.
Não sei o que vai acontecer depois da morte. Não penso nisso, não vou conseguir descobrir mesmo. A fé na existência de um céu é confortante. Mesmo assim, tenho certeza que todas as minhas ações influenciam na hora e forma como vou morrer, elas vão me levar até lá, um momento por vez. Quando morrer, só sei que não terei mais ações para influenciar. Ainda tenho medo da morte. Definitivamente, não tenho medo do inferno.
Diferentes deuses permitem e sugerem diferentes atividades. Me dizes quem é teu Deus e te direi o que podes fazer. Mas quem é que tá te dizendo o que podes ou não fazer? O que Deus me diz é o que o mundo me diz, é o que eu observo do mundo físico-quântico. Até hoje, Deus nunca me impediu de fazer nada. Pelo contrário, enquanto não tivesse tentando me revoltar contra Deus, contra a própria física, sempre fiz o que quis. E Deus sempre me ajudou. Com justiça, da mesma forma: ação-reação.
“A verdade vos libertará” (João, 8:32). O meu Deus me liberta.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O mundo é físico. Físico-quântico, como corrige minha amiga Aline.
"Eu quero dizer a mesma coisa que [disseram] antes": "Faze o que tu queres". Se Deus me deu o livre-arbítrio para eu fazer o que eu quiser, quem és tu para me impedir? Achas mesmo que tuas regras limitam meus movimentos? Eu digo é vaila! O mundo é físico, físico-quântico. Presta atenção. Ao teu redor, ao resultado de tuas ações, ao que te dizem. Duvida de tudo, como aconselhava Descartes. Duvido eu que consigas evitar um acidente de trânsito colocando regras de conduta na rua. O mundo não é regido pelas tuas regras. É regido pelas leis de Deus, pelo mundo físico-quântico que tentamos desvendar.
Disse meu primo que sábio é aquele que aprende com o erro dos outros. De fato, considero o erro uma das formas mais eficazes de aprendizado. Por isso, interpreto os versos citados por Fernando Pessoa como "errar é preciso, viver não é preciso". Errar, navegar, vagar. De acordo com Benjanmin Franklin, ao invés de erros, acertos de como não atingir o objetivo esperado. Se tiveres achando pouco, em cada erro, ele ficava uma possibilidade mais próximo de seu objetivo. Em determinado momento, restavam apenas 153 possibilidades a serem testadas das que ele imaginou capazes de produzir a eletricidade.
A religião, a pátria, as regras sociais... será que são capazes de limitar o meu livre-arbítrio? a minha capacidade de fazer o que eu quero? Dado o mundo físicio-quântico que Deus me colocou, sou livre para escolher as minhas ações, dentre as ações que eu sei fazer e espero um determinado resultado. O mundo se apresenta para mim desde que eu acordo, até o momento que eu vou dormir. Em cada milésimo de segundo, eu escolho as minhas ações. "Se eu roubar, eu vou preso", alguém pode pensar. Isso é um exemplo de uma lei, que não me impede de roubar, nem necessariamente implica que serei preso após o roubo. Antes disso, mostra sua liberdade de tentar me limitar, igual à minha de lhe ignorar.
O mundo é físico, físico-quântico. A sua lei não é de nada. O que me limita é só a lei de Deus: eu não sei voar, só sei errar, talvez uma possibilidade mais próximo de te encontrar.
"Eu quero dizer a mesma coisa que [disseram] antes": "Faze o que tu queres". Se Deus me deu o livre-arbítrio para eu fazer o que eu quiser, quem és tu para me impedir? Achas mesmo que tuas regras limitam meus movimentos? Eu digo é vaila! O mundo é físico, físico-quântico. Presta atenção. Ao teu redor, ao resultado de tuas ações, ao que te dizem. Duvida de tudo, como aconselhava Descartes. Duvido eu que consigas evitar um acidente de trânsito colocando regras de conduta na rua. O mundo não é regido pelas tuas regras. É regido pelas leis de Deus, pelo mundo físico-quântico que tentamos desvendar.
Disse meu primo que sábio é aquele que aprende com o erro dos outros. De fato, considero o erro uma das formas mais eficazes de aprendizado. Por isso, interpreto os versos citados por Fernando Pessoa como "errar é preciso, viver não é preciso". Errar, navegar, vagar. De acordo com Benjanmin Franklin, ao invés de erros, acertos de como não atingir o objetivo esperado. Se tiveres achando pouco, em cada erro, ele ficava uma possibilidade mais próximo de seu objetivo. Em determinado momento, restavam apenas 153 possibilidades a serem testadas das que ele imaginou capazes de produzir a eletricidade.
A religião, a pátria, as regras sociais... será que são capazes de limitar o meu livre-arbítrio? a minha capacidade de fazer o que eu quero? Dado o mundo físicio-quântico que Deus me colocou, sou livre para escolher as minhas ações, dentre as ações que eu sei fazer e espero um determinado resultado. O mundo se apresenta para mim desde que eu acordo, até o momento que eu vou dormir. Em cada milésimo de segundo, eu escolho as minhas ações. "Se eu roubar, eu vou preso", alguém pode pensar. Isso é um exemplo de uma lei, que não me impede de roubar, nem necessariamente implica que serei preso após o roubo. Antes disso, mostra sua liberdade de tentar me limitar, igual à minha de lhe ignorar.
O mundo é físico, físico-quântico. A sua lei não é de nada. O que me limita é só a lei de Deus: eu não sei voar, só sei errar, talvez uma possibilidade mais próximo de te encontrar.
sexta-feira, 26 de março de 2010
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